SNIPER



PARA BAIXA a musica dele com a participação do pregador LUO APC16
É SÓ CLICA NO NOME SNIPER
QUE TA DE VERMELHO

Nascido em uma família evangélica, Sniper desde cedo teve contato com a música. Com 5 anos já contava no “Coral Infantil” da igreja. Nestas diversas etapas, passou por diversos corais, quartetos e grupos dentro do “Universo Gospel”.

1999: A fim de mandar sua mensagem e realizar um antigo sonho, Sniper monta seu grupo. Se reúne com Luther, um amigo de infância, com a idéia de transmitirem de forma informativa, instrutiva, e principalmente reenvindicativa suas experiências e visão de quem já sentiu, testemunhou e vivem o cotidiano das classes menos favorecidas da sociedade brasileira, através da música. Por se identificarem com o ritmo e este fazer parte de um movimento criado com o mesmo fim, escolheram o RAP como veículo para demonstração de seus talentos e principalmente com o intuito de que através do RAP pudessem ser porta-vozes desta classe, e através deste, conseguirem de alguma forma abrir portas para que estas pessoas pudessem ter o mínimo possível de seus direitos.
Para isto, a fim de deixarem esclarecidamente para todos uma de suas maiores diretrizes para conseguirem estes direitos, que é a informação, Sniper escolhe ARTIGO 5º como nome oficial do grupo. Após a integração do DJ Feca, em janeiro de 2000 sobem ao palco pela primeira vez, nascia assim mais um grupo de potencial musical, filosófico e artístico da Zona Sul de São Paulo.


2000: Começa a jornada de shows, palestras em escolas e centros comunitários, etc. Um dos shows mais marcantes deste ano, foi na quadra da “Gaviões da Fiel”:

2001: O grupo grava um CD Demo intitulado: “O Novo Velho Oeste”, com 4 faixas, relatando o cotidiano da sociedade de uma forma política e criativa.

2002: O grupo cede uma de suas músicas para uma Coletânea Musical, intitulada “Fábrica de Rima Vol. 1”. No mesmo ano, o grupo assina um contrato de 3 anos com a Gravadora Zâmbia Fonográfica, e começa gravar seu primeiro CD, intitulado “RESISTÊNCIA”, com 16 faixas e participações de vários nomes da música “Black” do Brasil, como: Z'África Brasil, Aliança Racial, Pregador Luo (Apocalipse 16), Sérgio Saas e integrantes do Raiz Coral, Grupo 4 Manos, entre outros.

2003: Após 1 ano e 2 meses de muito esforço, o mesmo está pronto para invadir o sistema com seu conteúdo ricamente musical e político.
O lançamento do mesmo é exposto na maior revista destinada ao público rap do país 'Rap Brasil'. Infelizmente, após várias tentativas de negociações com a gravadora, o mesmo não foi lançado e o contrato rescindido.

2004: O grupo continua com shows por toda a grande São Paulo e Interior, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

2005/2006: O grupo se ausenta por um período do público, priorizando outros projetos.

2007: Sniper ressurge para dar continuidade a sua missão, porém, agora não mais como grupo, mas solo.

LANÇA SEU PRIMEIRO DISCO intitulado “RESISTÊNCIA E INTELIGÊNCIA”, pela “RI FONOGRÁFICA” (seu próprio selo), distribuído pela “PORTE ILEGAL”

O DISCO

Não é à toa que o disco vem intitulado 'RESISTÊNCIA e INTELIGÊNCIA', pois nele o rapper retrata a luta que viveu e vive até hoje pra se manter focado num objetivo: ser um vencedor. O que para isto, segundo o rapper é necessário muita resistência e agir com inteligência, contra um sistema hipócrita, racista e cruel. Esta visão fica bem explicita na música 'Resistência' (faixa 4 do disco).

Em se falando de inteligência, o rapper fala da história do Brasil, de uma forma nunca vista, em uma faixa recheada com as participações dos Mc´s Gaspar e Funk Buia do Z´AfricaBrasil, faixa esta chamada: 'Brasil, terra à vista ou à prazo?', não precisa dizer mais nada né, é ouvir e conferir.

Como forma de entretenimento e como forma de homenagem aoo verdadeiros do hip hop, o rapper gravou uma faixa onde o mesmo usa um sampler do consideradíssimo rapper americano 'Whodini' da música 'I´m a ho', com um balanço contagiante, muito curtido nos bailes das décadas de 80 e 90 no Brasil (É assim sim).

O disco conta ainda com as participações do Pregador Luo, Sergio Saas e mais 13 músicos somando nos backing vocais.



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Autor Luter Hip-hop no ar

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