Sistema Negro
Sandrão RZO
Filosofia de Rua
Irmandade Negra
Função RHK
DKampana
Lil Sifre
DJ RM.
D'Rap Produções & Arame Records.


Thiagão vem de uma longa caminhada no rap, desde o tempo que era integrante do grupo Conexão do Gueto já mostrava a que veio, dono de uma voz marcante, tornou hits algumas musicas que ecoam até hoje nos barracos por ai, como ´”Tático assassino” parte I, II e III, também “Deus é mais”, Jardim de Pedras, “Só monstro” e muitas outras.
Sua Caminhada só se fortalece, a tempos somando forças na quadrilha, Adriano e Dodo completaram o time de “Monstros” e sem duvidas estão representando nosso Estado lá fora, levando na bagagem musicas que retratam as dificuldades passadas por todos nós que estamos em meio ao descaso governamental, musicas que levam informação ao nosso povo, mensagens de fé e paz, mas também de reivindicação, revolta contra o sistema opressivo.
Aguardem o novo Álbum de Thiagão e os Kamikazes do Gueto…em breve nas ruas.






Grupo RPW completa 20 anos com a formação original e prepara comemorações como shows, gravação de clipes e objetos colecionáveis
Madrugada de quinta-feira, 2h da manhã. Rubia Fraga ainda está acordada para assistir ao Yo! MTV Raps. A cena descrita acima aconteceu durante parte da carreira do grupo de rap RPW, que comemora seu vigésimo aniversário neste ano e retorna ao cenário cheio de novidades...
Saindo da época em que a tecnologia era precária, as colagens eram feitas no tranco e o looping com deck de rolo, o grupo de rap conhecido por inovar com o estilo “bate-cabeça” completa duas décadas com a formação original: Rubia, DJ Paul e W-Yo. Os três comemoram o aniversário do grupo com nostalgia. “Pense que há 20 anos tudo era muito mais difícil. Toda informação e tecnologia eram mais retrógrados, porém, se pararmos para pensar, temos muitas coisas bacanas para contar”, dizem. E têm mesmo. Por isso, um DVD está sendo produzido, com imagens guardadas ao longo dessas duas décadas e com novas, captadas durante os shows e bastidores, o que rende um making of e tanto. São depoimentos e viagens gravados desde 1994. “Chega uma hora em que é preciso compartilhar com os fãs e amigos que nos apoiaram e apoiam até hoje”, dispara W-Yo.
Força feminina
Ponto para o grupo, que tem fãs com quase a mesma idade do tempo de estrada dos integrantes, como é o caso de Moisés dos Santos, conhecido como Cria das Ruas. Há 18 anos ele ouve o som do grupo. “Passei a curtir por conta da levada diferente e por ter uma mulher MC no grupo. Nessa época era raro ver mulher rimando e foi o que mais me chamou atenção”, lembra. Diante dessa colocação, Rubia diz que só pode sentir orgulho de ser parte da história do hip-hop brasileiro. “Quando me lembro do início da minha caminhada e onde estou agora, me sinto privilegiada, por ver, nesse tempo, tantos grupos que estão aí fazendo história também. Ver que existem tantos, como eu, que acreditam na transformação social e artística promovida pelo hip-hop e que, se precisasse fazer tudo de novo, faria sem pensar”, pontua.
Contudo, ela não esconde a dificuldade de ser mulher em um movimento predominantemente masculino. “Eram poucas MCs na época e, realmente, o que mudou nem foi a postura dos manos, e sim a postura das mulheres. Com o tempo, elas aprenderam a se firmar, se impor e exibir seus direitos dentro da cultura hip-hop”, acredita Rubia, que hoje é militante da causa feminina em coletivos como o Hip-Hop Mulher e a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop. E, para a felicidade do fã Moisés, recentemente ele conseguiu comprar, direto das mãos de Rubia, o CD Talento Não Morre, Recicla, gravado em 2006 e que, para ele, é um dos melhores trabalhos. “O grupo por si é muito bom.Tem estilo próprio e não é cópia de ninguém”, define.
Novos projetos
Para quem anseia por novidades, o grupo anuncia que deve levar, em alguns shows, artistas que gravaram com o RPW no passado, como Ugli C.I. (Filosofia de Rua) e Branco (ex-Pavilhão 9). “Queremos fazer uma espécie de reunião dos anos 1990, para quem não conhece ainda, e também para quem nunca mais nos viu”, enfatiza o grupo. É aí que o fã Ricardo Q-Pam, 32 anos, músico, comemora. Ele ouviu o som do grupo pela primeira vez no extinto programa Projeto Rap Brasil, que rolava na Metrô FM. “E isso foi antes de sair o disco com o single Pule ou Empurre”, recorda. Além de fã, Q-Pam tornou-se amigo dos integrantes e os acompanha sempre que pode. “A ousadia de experimentar e quebrar o paradigma do discurso de rap, na época, me envolveu. Eu, que já vinha do skate, do hardcore e também do rap quando criança, achei a proposta do bate-cabeça muito além daquilo que até então era modelo padrão da cena hip-hop”, acrescenta.
O misto de nostalgia e expectativa não para. Na última semana, o grupo se dedicou à gravação de um novo videoclipe. Na verdade, o segundo em 20 anos. Os integrantes mantêm o suspense sobre qual som será passado para o audiovisual, mas confessam ter participado do roteiro. Além desta novidade, talvez os covers de rap brasileiro voltem aos palcos. Segundo W-Yo, há intenção de documentar essa prática. E engana-se quem pensa que as comemorações param nos 20 anos.
Apesar das brincadeiras dos próprios integrantes, que se dizem “tiozinhos”, o talento e a inovação permanecem. E a correria não para. Quem compara é Rubia, após um show em que dividiu o palco com Sistema Negro, Branco, Filosofia de Rua e DJ San Mix. “Vê-los juntos num palco foi de arrepiar. É mó barato ver os grupos com que você dividia o palco nos anos 1990. Hoje estão todos tiozinhos”, brinca. Já W-Yo enfatiza que está sendo divertido curtir o ano comemorativo, porém, se prepara para escrever letras novas para um novo disco, o sexto da carreira. Paralelamente, trabalhos solos vão sendo gerados. DJ Paul já lançou e gravou algumas coletâneas. Após as comemorações, pretende retomar e reestruturar seu estúdio caseiro. Já W-Yo tem algumas músicas no MySpace, resultado de experiências e parcerias com rappers de outros países, como Alemanha, China, Espanha e Hungria. “Ainda quero concluir esse cronograma de 20 anos do RPW, montar uma banda de ´rapcore` tocando bateria, que é meu instrumento, ou no vocal”, diverte-se.
Voo solo
Rubia pensa também em gravar um disco solo e estuda possibilidades. Até lá, quem não conhece ainda o RPW pode se ligar através dos canais e redes sociais do grupo, acompanhar a agenda de shows e conhecer o bom e velho rap brasileiro, inovador e irreverente sempre. Quem gosta tem ainda a possibilidade de levar para casa os integrantes. Isso mesmo. O grupo está em imãs colecionáveis, underwear e shapes de skate.
Quanto às “rixas” da nova com a velha escola, o grupo RPW é enfático: “O que queremos é só um pouco de respeito e todos ganharão isso falando a mesma língua”.
Pela Web [+] Entre em contato com o grupo RPW [+] Visite o MySpace oficial do grupo RPW [+] Acesse o canal do grupo RPW no YouTube [+] Faça parte da comunidade do grupo no Orkut [+] Acesse a página do RPW na Trama Virtual e baixe músicas e discos [+] Visite o Fotolog do grupo RPW
MV Bill e Nega Gizza comandam o programa gravado no viaduto de Madureira em parceria com a Cufa
Debaixo do viaduto de Madureira, no coração do subúrbio carioca, Nega Gizza e MV Bill apresentam o programa Aglomerado, uma parceria entre a TV Brasil e Central Única das Favelas (Cufa). Com estreia prevista para maio, as gravações já atraem moradores e trabalhadores da região que passam pelo local de ônibus ou a pé.
Aglomerado é o resultado de uma mistura ao gosto de quem está sintonizado com a cultura que surge nas ruas. O programa traz entretenimento, conteúdo e informação deste universo urbano. E o centro de convergência do movimento é o viaduto de Madureira, sede da Cufa-RJ.
A condução do Aglomerado fica a cargo de dois expoentes sociais brasileiros, os rappers MV Bill e Nega Gizza, que recebem público, convidados e artistas em entrevistas e números musicais.
O programa é permeado por matérias e quadros com o objetivo de abrir um canal de informações sobre ações sociais, educacionais, ecologia, humor, arte, gastronomia, esportes e tudo mais de interessante que se vê nas ruas.
Com o intuito de criar uma rede ‘aglomerada’, agentes culturais de todo o Brasil vão detectar e captar acontecimentos relevantes para trazer informação ao espectador em diversas plataformas: televisão, site ou twitter.
Já gravaram:
Quadros do programa:
Espaço dedicado à população carcerária. Uma amostra de toda a extensão desse universo, do trabalho de reabilitação desenvolvido em presídios ao cotidiano das famílias dos presidiários, revelando exemplos de transformação.
Este quadro vai revelar exemplos de lideranças sociais, que estimulam e exercem o empreendedorismo.
Mostrará o outro lado da moeda de profissões que sofrem muita pressão e crítica da sociedade. Cada quadro vai representar uma classe através de um personagem.
Nega Gizza mostra o que acontece na noite de cada lugar, o que é interessante, curioso e inusitado. O foco é a rua ou onde as pessoas se juntam para ouvir um som, dançar, conversar, beber e celebrar.
MV Bill bate um papo descontraído com adolescentes em comunidades de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), abordando temáticas relacionadas às suas perspectivas futuras. O objetivo do quadro é revelar o que pensa a nova geração de jovens de baixa renda do país.
Oportunidade em que qualquer um pode mandar um recado ou mensagem.
Aglomerado presta uma homenagem às grandes figuras da cultura brasileira apresentando uma galeria de personalidades que escreveram e escrevem seus nomes no painel da história da vida cultural do nosso país.
Realizadores de cinema vão conversar sobre seus trabalhos e dar opiniões sobre a produção do cinema no Brasil.
As novidades que passam a fazer parte do vestuário e do estilo de quem transita pelas periferias. Nega Gizza vai tirar essas pessoas da plateia para desfilar no palco com direito a comentários.
O coordenador da Cufa, Celso Athayde, apresentará o quadro recebendo convidados especiais que responderão a dez perguntas sobre temas polêmicos relativos a questões fundamentais para a população.

O grupo A Irmandade é formado por Preto Kede, Lu, e Aliado, os manos começaram na caminhada do rap em 2003.
E desde então o grupo representa a zona sul de Teresina no Piauí e relata em suas letras do dia a dia da comunidade.
Com letras politizadas A Irmandade mostra todo o estilo e postura do rap nordestino.
O grupo esta trabalhando em ritmo acelerado, e já estão se preparando para lançar o videoclipe da música “Supermam”.
Enquanto o videoclipe não fica pronto , confira o trailer do vídeo e baixe o som com exclusividade aqui no Portal Rap Nacional.

A lei que proíbe a venda de tinta spray para menores de 18 anos foi sancionada pela presidente Dilma Roussef e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26). Pela nova legislação, mesmo os maiores de idade terão de apresentar documento de identidade para poder comprar o produto. O nome do comprador deverá constar nas notas fiscais.
A nova lei diferencia pichação de grafitagem e estabelece que as latas de tinta em aerosol terão de trazer inscritas as expressões: “Pichação é crime (Art. 65 Da Lei No. 9.605/98).
Proibida a veda da menores de 18 anos!”. Em caso de descumprimento da lei, o pichador poderá ser detido pelo período de três meses a um ano, e ainda ser multado.
Caso a pichação seja feita em monumento ou estrutura tombada pelo seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a
pena pode variar de seis meses a um ano de detenção e multa.
A aprovação do projeto de lei ocorreu quatro anos depois de apresentada.
De acordo com o texto, a grafitagem não será considerada crime quando tem o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado “mediante manifestação artística”.
Contudo, o trabalho deve ser consentido pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado. No caso de bem público, a autorização deve ser dada pelo órgão competente, obedecendo as posturas municipais e as normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional.
Os fabricantes, importadores ou distribuidores dos produtos terão um prazo de 180 dias para fazer as alterações nas embalagens. Os produtos envasados antes desse período poderão permanecer com seus rótulos sem as modificações estabelecidas, podendo ser comercializados até o final do prazo de sua validade.
Pela lei anterior, tanto pichar quanto grafitar eram considerados crimes, com pena de detenção de três meses a um ano.
Fonte : RAP NACIONAL