Novo disco do Thiagão e os KG deve sair nos próximos mesesO novo Álbum de Thiagão e os Kamikazes do Gueto deve sair nos próximos meses pela Crazzy Rec


O novo Álbum de Thiagão e os Kamikazes do Gueto deve sair nos próximos meses pela Crazzy Records. Segundo a crítica, é um dos álbuns mais mais esperados deste ano. O Disco terá aproximadamente 16 faixas e terá o nome de “Paraná Gangsta”.

Thiagão vem de uma longa caminhada no rap, desde o tempo que era integrante do grupo Conexão do Gueto já mostrava a que veio, dono de uma voz marcante, tornou hits algumas musicas que ecoam até hoje nos barracos por ai, como ´”Tático assassino” parte I, II e III, também “Deus é mais”, Jardim de Pedras, “Só monstro” e muitas outras.

Sua Caminhada só se fortalece, a tempos somando forças na quadrilha, Adriano e Dodo completaram o time de “Monstros” e sem duvidas estão representando nosso Estado lá fora, levando na bagagem musicas que retratam as dificuldades passadas por todos nós que estamos em meio ao descaso governamental, musicas que levam informação ao nosso povo, mensagens de fé e paz, mas também de reivindicação, revolta contra o sistema opressivo.

Aguardem o novo Álbum de Thiagão e os Kamikazes do Gueto…em breve nas ruas.


Rap Angolano - Big P aka Lamborghini aka Pancho - Hashish



Big P aka Pancho/Lamborghini, filho dos Balaz Hood "LS - Luvassa Sul" nos solta mais uma track com titulo "Hashish" que fara parte da Mixtape..."Hashish e uma droga" que sai ainda este ano nos fornos da Ekia Recordz. Sabe-se tambem que o mano esta trabalhando na sua primeira mixtape com titulo "Ponto de Ebuliçao" que encontra-se na fase de ediçao.Por enquanto aguardamos pela mixtape "Ponto de Ebuliçao" deixo-vos esta track.Peco-vos apenas que baixem o mambo e deixem os vossos comentarios na CBOX dos blogz onde vao passar esta track como: CQC, CabMusic, 12T,Luso e muitos outros.

Link pra Download:www.mediafire.com/?e8kgw760sfolisl

Letra abaixo:


Pra veres a letra da musica clica neste link:
www.usaupload.net/d/1m0cldo5yf7

RPW: duas décadas do rap bate-cabeçaGrupo RPW






Grupo RPW completa 20 anos com a formação original e prepara comemorações como shows, gravação de clipes e objetos colecionáveis

Madrugada de quinta-feira, 2h da manhã. Rubia Fraga ainda está acordada para assistir ao Yo! MTV Raps. A cena descrita acima aconteceu durante parte da carreira do grupo de rap RPW, que comemora seu vigésimo aniversário neste ano e retorna ao cenário cheio de novidades...

Saindo da época em que a tecnologia era precária, as colagens eram feitas no tranco e o looping com deck de rolo, o grupo de rap conhecido por inovar com o estilo “bate-cabeça” completa duas décadas com a formação original: Rubia, DJ Paul e W-Yo. Os três comemoram o aniversário do grupo com nostalgia. “Pense que há 20 anos tudo era muito mais difícil. Toda informação e tecnologia eram mais retrógrados, porém, se pararmos para pensar, temos muitas coisas bacanas para contar”, dizem. E têm mesmo. Por isso, um DVD está sendo produzido, com imagens guardadas ao longo dessas duas décadas e com novas, captadas durante os shows e bastidores, o que rende um making of e tanto. São depoimentos e viagens gravados desde 1994. “Chega uma hora em que é preciso compartilhar com os fãs e amigos que nos apoiaram e apoiam até hoje”, dispara W-Yo.

Força feminina

Ponto para o grupo, que tem fãs com quase a mesma idade do tempo de estrada dos integrantes, como é o caso de Moisés dos Santos, conhecido como Cria das Ruas. Há 18 anos ele ouve o som do grupo. “Passei a curtir por conta da levada diferente e por ter uma mulher MC no grupo. Nessa época era raro ver mulher rimando e foi o que mais me chamou atenção”, lembra. Diante dessa colocação, Rubia diz que só pode sentir orgulho de ser parte da história do hip-hop brasileiro. “Quando me lembro do início da minha caminhada e onde estou agora, me sinto privilegiada, por ver, nesse tempo, tantos grupos que estão aí fazendo história também. Ver que existem tantos, como eu, que acreditam na transformação social e artística promovida pelo hip-hop e que, se precisasse fazer tudo de novo, faria sem pensar”, pontua.

Contudo, ela não esconde a dificuldade de ser mulher em um movimento predominantemente masculino. “Eram poucas MCs na época e, realmente, o que mudou nem foi a postura dos manos, e sim a postura das mulheres. Com o tempo, elas aprenderam a se firmar, se impor e exibir seus direitos dentro da cultura hip-hop”, acredita Rubia, que hoje é militante da causa feminina em coletivos como o Hip-Hop Mulher e a Frente Nacional de Mulheres no Hip-Hop. E, para a felicidade do fã Moisés, recentemente ele conseguiu comprar, direto das mãos de Rubia, o CD Talento Não Morre, Recicla, gravado em 2006 e que, para ele, é um dos melhores trabalhos. “O grupo por si é muito bom.Tem estilo próprio e não é cópia de ninguém”, define.

Novos projetos
Para quem anseia por novidades, o grupo anuncia que deve levar, em alguns shows, artistas que gravaram com o RPW no passado, como Ugli C.I. (Filosofia de Rua) e Branco (ex-Pavilhão 9). “Queremos fazer uma espécie de reunião dos anos 1990, para quem não conhece ainda, e também para quem nunca mais nos viu”, enfatiza o grupo. É aí que o fã Ricardo Q-Pam, 32 anos, músico, comemora. Ele ouviu o som do grupo pela primeira vez no extinto programa Projeto Rap Brasil, que rolava na Metrô FM. “E isso foi antes de sair o disco com o single Pule ou Empurre”, recorda. Além de fã, Q-Pam tornou-se amigo dos integrantes e os acompanha sempre que pode. “A ousadia de experimentar e quebrar o paradigma do discurso de rap, na época, me envolveu. Eu, que já vinha do skate, do hardcore e também do rap quando criança, achei a proposta do bate-cabeça muito além daquilo que até então era modelo padrão da cena hip-hop”, acrescenta.

O misto de nostalgia e expectativa não para. Na última semana, o grupo se dedicou à gravação de um novo videoclipe. Na verdade, o segundo em 20 anos. Os integrantes mantêm o suspense sobre qual som será passado para o audiovisual, mas confessam ter participado do roteiro. Além desta novidade, talvez os covers de rap brasileiro voltem aos palcos. Segundo W-Yo, há intenção de documentar essa prática. E engana-se quem pensa que as comemorações param nos 20 anos.

Apesar das brincadeiras dos próprios integrantes, que se dizem “tiozinhos”, o talento e a inovação permanecem. E a correria não para. Quem compara é Rubia, após um show em que dividiu o palco com Sistema Negro, Branco, Filosofia de Rua e DJ San Mix. “Vê-los juntos num palco foi de arrepiar. É mó barato ver os grupos com que você dividia o palco nos anos 1990. Hoje estão todos tiozinhos”, brinca. Já W-Yo enfatiza que está sendo divertido curtir o ano comemorativo, porém, se prepara para escrever letras novas para um novo disco, o sexto da carreira. Paralelamente, trabalhos solos vão sendo gerados. DJ Paul já lançou e gravou algumas coletâneas. Após as comemorações, pretende retomar e reestruturar seu estúdio caseiro. Já W-Yo tem algumas músicas no MySpace, resultado de experiências e parcerias com rappers de outros países, como Alemanha, China, Espanha e Hungria. “Ainda quero concluir esse cronograma de 20 anos do RPW, montar uma banda de ´rapcore` tocando bateria, que é meu instrumento, ou no vocal”, diverte-se.

Voo solo
Rubia pensa também em gravar um disco solo e estuda possibilidades. Até lá, quem não conhece ainda o RPW pode se ligar através dos canais e redes sociais do grupo, acompanhar a agenda de shows e conhecer o bom e velho rap brasileiro, inovador e irreverente sempre. Quem gosta tem ainda a possibilidade de levar para casa os integrantes. Isso mesmo. O grupo está em imãs colecionáveis, underwear e shapes de skate.

Quanto às “rixas” da nova com a velha escola, o grupo RPW é enfático: “O que queremos é só um pouco de respeito e todos ganharão isso falando a mesma língua”.

Pela Web [+] Entre em contato com o grupo RPW [+] Visite o MySpace oficial do grupo RPW [+] Acesse o canal do grupo RPW no YouTube [+] Faça parte da comunidade do grupo no Orkut [+] Acesse a página do RPW na Trama Virtual e baixe músicas e discos [+] Visite o Fotolog do grupo RPW

novo programa de MV Bill e Nega Gizza"AGLOMERADO"traz a cultura das periferias brasileiras para a televisão

MV Bill e Nega Gizza comandam o programa gravado no viaduto de Madureira em parceria com a Cufa

Debaixo do viaduto de Madureira, no coração do subúrbio carioca, Nega Gizza e MV Bill apresentam o programa Aglomerado, uma parceria entre a TV Brasil e Central Única das Favelas (Cufa). Com estreia prevista para maio, as gravações já atraem moradores e trabalhadores da região que passam pelo local de ônibus ou a pé.

Aglomerado é o resultado de uma mistura ao gosto de quem está sintonizado com a cultura que surge nas ruas. O programa traz entretenimento, conteúdo e informação deste universo urbano. E o centro de convergência do movimento é o viaduto de Madureira, sede da Cufa-RJ.

A condução do Aglomerado fica a cargo de dois expoentes sociais brasileiros, os rappers MV Bill e Nega Gizza, que recebem público, convidados e artistas em entrevistas e números musicais.

O programa é permeado por matérias e quadros com o objetivo de abrir um canal de informações sobre ações sociais, educacionais, ecologia, humor, arte, gastronomia, esportes e tudo mais de interessante que se vê nas ruas.

Com o intuito de criar uma rede ‘aglomerada’, agentes culturais de todo o Brasil vão detectar e captar acontecimentos relevantes para trazer informação ao espectador em diversas plataformas: televisão, site ou twitter.

Já gravaram:

  • Cidade Negra
  • Fernanda Abreu
  • Revelação
  • Sorriso Maroto
  • Sandra de Sá
  • Leandro Sapucahy
  • Buchecha
  • Jorge Vercillo
  • Gabriel O Pensador
  • Dudu Nobre
  • Bebeto
  • Moinho

Público acompanha as gravações no viaduto de Madureira

Quadros do programa:

  • Cadeia Produtiva
  • Espaço dedicado à população carcerária. Uma amostra de toda a extensão desse universo, do trabalho de reabilitação desenvolvido em presídios ao cotidiano das famílias dos presidiários, revelando exemplos de transformação.

  • Guerreiros e Guerreiras

Este quadro vai revelar exemplos de lideranças sociais, que estimulam e exercem o empreendedorismo.

  • É fácil falar de mim, difícil é ser eu.

Mostrará o outro lado da moeda de profissões que sofrem muita pressão e crítica da sociedade. Cada quadro vai representar uma classe através de um personagem.

  • Boa da Noite

Nega Gizza mostra o que acontece na noite de cada lugar, o que é interessante, curioso e inusitado. O foco é a rua ou onde as pessoas se juntam para ouvir um som, dançar, conversar, beber e celebrar.

  • Perspectiva

MV Bill bate um papo descontraído com adolescentes em comunidades de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), abordando temáticas relacionadas às suas perspectivas futuras. O objetivo do quadro é revelar o que pensa a nova geração de jovens de baixa renda do país.

  • Hora do Caô

Oportunidade em que qualquer um pode mandar um recado ou mensagem.

Grupo Moinho no palco do AglomeradoGrupo Moinho no palco do Aglomerado
  • Parada de Bambas

Aglomerado presta uma homenagem às grandes figuras da cultura brasileira apresentando uma galeria de personalidades que escreveram e escrevem seus nomes no painel da história da vida cultural do nosso país.

  • Matérias
O programa exibirá matérias sobre as seguintes temáticas: culinária, arte de rua, esporte, iniciativas transformadoras para a sociedade e curiosidades.
  • Cine Rapidinho

Realizadores de cinema vão conversar sobre seus trabalhos e dar opiniões sobre a produção do cinema no Brasil.

  • Na Pista

As novidades que passam a fazer parte do vestuário e do estilo de quem transita pelas periferias. Nega Gizza vai tirar essas pessoas da plateia para desfilar no palco com direito a comentários.

  • Porradão

O coordenador da Cufa, Celso Athayde, apresentará o quadro recebendo convidados especiais que responderão a dez perguntas sobre temas polêmicos relativos a questões fundamentais para a população.

A Irmandade representando o rap nordestino divulga trailer do videoclipe “Supermam” e libera música


O grupo A Irmandade é formado por Preto Kede, Lu, e Aliado, os manos começaram na caminhada do rap em 2003.

E desde então o grupo representa a zona sul de Teresina no Piauí e relata em suas letras do dia a dia da comunidade.

Com letras politizadas A Irmandade mostra todo o estilo e postura do rap nordestino.

O grupo esta trabalhando em ritmo acelerado, e já estão se preparando para lançar o videoclipe da música “Supermam”.

Enquanto o videoclipe não fica pronto , confira o trailer do vídeo e baixe o som com exclusividade aqui no Portal Rap Nacional.

A Irmandade - Superman.mp3

A Presidenta Dilma sanciona lei que diferencia Grafite de pichação


A lei que proíbe a venda de tinta spray para menores de 18 anos foi sancionada pela presidente Dilma Roussef e publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26). Pela nova legislação, mesmo os maiores de idade terão de apresentar documento de identidade para poder comprar o produto. O nome do comprador deverá constar nas notas fiscais.

A nova lei diferencia pichação de grafitagem e estabelece que as latas de tinta em aerosol terão de trazer inscritas as expressões: “Pichação é crime (Art. 65 Da Lei No. 9.605/98).

Proibida a veda da menores de 18 anos!”. Em caso de descumprimento da lei, o pichador poderá ser detido pelo período de três meses a um ano, e ainda ser multado.

Caso a pichação seja feita em monumento ou estrutura tombada pelo seu valor artístico, arqueológico ou histórico, a
pena pode variar de seis meses a um ano de detenção e multa.

A aprovação do projeto de lei ocorreu quatro anos depois de apresentada.

De acordo com o texto, a grafitagem não será considerada crime quando tem o objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado “mediante manifestação artística”.

Contudo, o trabalho deve ser consentido pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado. No caso de bem público, a autorização deve ser dada pelo órgão competente, obedecendo as posturas municipais e as normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico nacional.

Os fabricantes, importadores ou distribuidores dos produtos terão um prazo de 180 dias para fazer as alterações nas embalagens. Os produtos envasados antes desse período poderão permanecer com seus rótulos sem as modificações estabelecidas, podendo ser comercializados até o final do prazo de sua validade.

Pela lei anterior, tanto pichar quanto grafitar eram considerados crimes, com pena de detenção de três meses a um ano.

Fonte : RAP NACIONAL


Bola 8 Produções lança o som do rapper SCORPION




A produtora Bola 8 Produções acaba de lançar no cenário do rap nacional o rapper Scorpion.
O mc esta finalizando o disco “ Ladrão di Sorrizo” o álbum terá as participações especiais de Dimenó e A Fallange, DJ Bola 8, RM , Kartel D’ La Rua entre outros. O cd vai sair pelo selo da produtora com a supervisão do DJ Bola 8 e do DJ RM e do Digão- A Fallange. O disco deve ficar pronto no segundo semestre.






























baixe e confira o som do scorpion



ladrão di sorrizo

Banca D’K se prepara para lançar disco “Ainda não é esse” com várias participações



O Grupo Banca D’K depois de fazer um Tour pela Europa, agora estão se preparando para lançar um novo projeto no segundo semestre.

O projeto vai se chamar “Ainda não é esse” que será um disco sem muita responsabilidade, com as participações de : Rashid, Guerra Santa, P.M.C, Thug Black,Estratagema de Deus, Fex Bandollero, 2 Familia, D’Cristo, Dj Alpiste,Rap Sensation,Nell Sentimentum, Mc Loco, L-Ton,T-Bone (EUA), Brothatone (EUA), Braille (EUA), Praverb (EUA), DPD (Portugal), Emimelek(França).

A idéia é que o cd fique pronto em Julho e provavelmente virá também 2 singles já em Junho.

Ao mesmo tempo a Banca D’K esta trabalhando no Moio Rap Festival que serão 2 dias de shows e mais algumas surpresas.

Entre outros shows que irão acontecer esta o do Grupo Grits (um dos nomes mais conhecidos do meio Gospel americano) que irá se apresentar pela primeira vez no Brasil. E mais alguns grandes nomes do Rap Nacional.

E no mês de outubro junto com a organização do CWBENÇÃO tempo a Banca D’K esta preparando um grande projeto que ainda é surpresa.

Curitiba descobre o Festival Cubra


Evento vai contar com 7 shows e 2 Dj’s

7 Shows, 2 Dj’s, Dia 21, Cidades Zero grau, no Rio 40 Bar. Não é estranho que um Festival com tantos números tenha entre suas atrações o Dj B8 (Dj do Projeto Nave) e o grupo 3 Pilares (ambos de São Paulo).

Representando Curitiba na numerologia há o grupo 14 Beats. Além destas atrações o Festival Cubra vai contar com Mentekpta, Dow Mc, Determinas, Mc Ant, Mc Segredo e Dj Ferpz.

Os ingressos estão sendo vendidos antecipadamente por R$ 10 nas lojas Bali Hai (Av. Marechal Floriano, 38), Urban Culture (Al. Dr. Muricy, 654 e Shopping Palladium) e Ink Dealer (Rua José Bonifácio, 69 Loja 6).

O que? Festival Cubra com 3 Pilares, Mentekpta, Dow Mc, 14 Beats, Determinas, Mc Ant, Mc Segredo, Dj B8 e e Dj Ferpz
Quando? Sábado, 21 de Maio
Onde? Rio 40BAR
Alameda Augusto Stellfeld, 308, São Francisco – Curitiba/PR
Quanto? R$ 10 antecipado, na hora outro preço

Leia a resenha e baixe o novo disco do Criolo Doido"Nó na Orelha

Já está disponível para download o novo disco do rapper “Criolo Doido”. O disco “Nó na Orelha” foi produzido por Marcelo Cabral e Daniel Ganjaman, a versão disponibilizada na internet contém 10 faixas e em maio o disco também estará a venda em CD e vinil, com algumas faixas bonûs.

Categorizar e rotular: tarefas que já foram relativamente simples, óbvias até, em muitos momentos da música popular. E não podemos fugir daquilo que, convenhamos, já pertenceu a muitos universos particulares: a sensação de pertencimento, que até os anos 90 eram bastante relacionados ao seu gosto musical. As tribos musicais raramente se misturavam.

No Brasil, uma terra em que o termo pop até hoje é completamente desconexo da realidade – a MPB se “estabeleceu” como gênero amorfo e acomodado em seu status quo; e o resto, é o resto. Qualquer expressão mais genuinamente popular ganha contorno e carimbo de sub- produto, ou tema de reportagem pretensamente sociológica, geralmente em contornos dramáticos: “Adolescentes usam drogas e ouvem funk”, “Garota de classe média sobe o morro com o namorado traficante”,” Confusão em show”: tudo culpa do rap, do funk, do samba marginal…

O cenário real é que a informação que abastece as periferias é a mesma que é consumida nos condomínios-clube fechados ; exceto que, por motivos óbvios, ela é filtrada de forma diferente. Talvez até pela necessidade de manter um nível de excelência para sobreviver, trabalhos realizados por rappers paulistanos, por exemplo, carregam mais referências que a média: só quem ouve com atenção sabe que um cara como o Mano Brown é repleto de bons sons em sua discoteca pessoal. A proliferação mais veloz e instantânea de sons e idéias atualmente só aumenta a probabilidade de gerar bandas que são diametralmente opostas no estilo, embora convivam em um mesmo contexto geográfico. E desafiam aqueles que acreditam ter o poder de controlar e estabelecer regras para o consumo cultural.

Nó na Orelha é o segundo disco de Kleber Gomes, o Criolo, antes Criolo Doido. A trajetória desse rapaz na cena hip-hop é longa e antiga. Mas esse disco é como seu cartão de visitas para o mundão. Capaz de criar letras e transformar pequenas cenas em rimas como se fosse uma máquina industrial, Criolo percebeu que poderia registrar suas crônicas de forma mais adequada ao seu furor criativo. Aqui vale o conceito desenvolvido pelos parágrafos acima: com a ajuda de Marcelo Cabral e Daniel Ganjaman – produtores do album -, Criolo, o MC, o, rapper, entrega um dos mais completos discos da música pop brasileira nos últimos tempos. Completo pelo estilhaçamento de ritmos e pela forma como tudo se amarra; completo nas letras que vão de imagens poéticas á ataques críticos, de relatos contundentes ao bom humor; e principalmente porque é um poderoso disco de hip-hop, na essência. Isso é música popular com sangue nas veias.

Bogotá abre o trabalho como uma bomba soul-funk-afrobeat: é dançável e forte, quase tropical. Mas é afiada, aguda. Menos celebração hedonista e mais “fio na navalha/brincar no precipício“. O single Subirusdoistiozin possui aquela qualidade instrumental típica do coletivo Instituto, um mosaico de teclados bem encaixados duelando com a verve Criolística que narra mais um pedaço de realidade. O soul rasgado de Não Existe Amor em SP mostra que instintivamente Criolo canta melhor ainda quando é sutil: o que pode soar como uma visão estreita da crueza da metrópole é mais um apelo emocionado de um morador da cidade.Mariô segue para provar que o cidadão Kleber aqui não é pequeno poeta universitário: mandando a real, não alivia pra ninguém: “Quem se julga a nata/cuidado pra não cuaiá” …”fia: eu odeio explicar gíria“. Freguês da Meia Noite é um lamento, bolerão desavergonhado, sobre frio na alma, no ar e no Largo do Arouche. O “outro lado”do single Subirusdoistiozin, Grajauex, é uma porrada, que de forma quase delirante utiliza o bairro de criação do Criolo para inserir um grande mundo de emoções. Samba Sambei, vejam só, é como a chegada de um soundsystem jamaicano. Sucrilhos, sucesso já nas apresentações, cita Rappin Hood, favela e Oiticica pra avisar que “cientista social e Casas Bahia”… “pode colar/ mas sem arrastar/se arrastar a favela vai cobrar”. Lion Man é uma aventura cósmica narrada de forma tão pulverizada que desnorteia o ouvinte, como golpes ninjas. Encerrando o disco, a canção que dá título se inicia como uma moda de viola que se transforma em samba e conta com a “participação” da Turma da Monica na poética nada pueril.

Assim, Criolo resume em dez músicas uma vida dedicada á música independente, ao hip-hop, á rinha dos MC’s. E também uma homenagem á cidade de São Paulo – que é capaz de inspirar e destruir – e a seus pais. Boas intenções não resultam necessariamente em discos elogiáveis. Mas Nó na Orelha acaba sendo o retrato mais bem acabado de uma música que pode ser atual, pungente e acessível; difícil de aprisionar em rótulos anacrônicos, mas feito com suor. Afinal, “cantar rap nunca foi pra homem fraco“. Nó na orelha, soco no estômago e afago na alma e no coração. Salve Criolo.



CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O DISCO.
FESTA DE LANÇAMENTO DA FALLANGE E
CONVIDADOS

FOI MUDADA P/ O DIA 19/06/2011

LOCAL: TEATRO CLARA NUNES, 300 - DIADEMA

PERTO SHOPPING PRAÇA DA MOÇA
A PARTIR DAS 14:00 ATÉ AS 22:00
AVISO A TODOS:
entrada: 1 Kg de Alimento para ajudar os necessitados
Local: Teatro Clara Nunes Diadema Rua Graciosa Número 300
Referencia:Praça da moça (Próximo ao shoping praça da moça em Diadema
,á 10 Minutos do terminal Diadema..VAMOS CHEGAR..)

HojeTerça Feira Dudu de Morro Agudo vai lançar um livro na Livraria Suburbano Convicto rapper Dudu de Morro Agudo estará + uma vez em São Paulo

O rapper Dudu de Morro Agudo estará mais uma vez em São Paulo hoje terça-feira (17), mas para a surpresa de muitos desta vez ele não vai para cantar rap, e sim para lançar seu livro “Enraizados: os híbridos glocais”, escrito a convite de Heloisa Buarque de Holanda para a coleção Tramas Urbanas. O convite para o lançamento surgiu a alguns meses, quando o amigo e escritor Alessandro Buzo esteve no Rio de Janeiro para lançar seu livro “Hip Hop: dentro do movimento” no Espaço Enraizados, em Morro Agudo.Algumas pessoas não sabem, mas DMA e Buzo são amigos há quase dez anos, desde a época em que trabalhavam em empresas formais e compartilhavam o sonho de viver da arte que praticam Buzo de literatura e DMA da música. Hoje em dia, já reconhecidos no cenário em que atuam, são considerados polivalentes por passearem em diversas áreas com maestria, como cinema, produção, literatura, música, TV, entre outros.



Segundo DMA, esta terça-feira vai ser especial, pois ele próprio está fazendo alguns contatos com amigos para se encontrarem na livraria Suburbano Convicto. ” – Estou ligando e enviando emails para alguns amigos que não vejo a alguns meses e até anos, pois sei que terei tempo de trocar idéia desta vez, quanto estou fazendo show é mais complicado, eu não consigo dar atenção pra galera por causa da correria, mas lançamento de livro é mais ’suave’. O Rappin Hood por exemplo, as vezes ele está no Rio e me liga, mas eu não consigo vê-lo pela correria do show, agora acho que rola de a gente trocar idéia, até mesmo porque na próxima semana estaremos fazendo show juntos em São Gonçalo, no Rio.”


Os integrantes da Rede Enraizados prometem estar lá em peso para prestigiá-lo, principalmente os amigos do Parque Bristol, que estão lado a lado desde o começo do Movimento Enraizados. DMA está fechando outros lançamentos em São Paulo, no próprio Parque Bristol em junho, mesmo mês em que estará em Santa Catarina, fazendo o lançamento e um pockt show na Loja Jah Bless e também no Maranhão, a convite dos amigos do Movimento Hip Hop Marenhense.

SERVIÇO
O que: Lançamento do Livro Híbridos Glocais
Onde: Livraria Suburbano Convicto
Rua 13 de maio, 70 – Bexiga – São Paulo – SP – (11)2569-9151
Quando: 17 de maio de 2011 (Terça-Feira)
Hora: 19:30
Mais informações:
(21)2768-2207 - www.dududemorroagudo.com
Contratar:
producao.enraizados@gmail.com

MOVIMENTO ENRAIZADOS
Rua Thomaz Fonseca, 508
Morro Agudo – Nova Iguaçu – RJ
55+21+2768-2207
Portal: http://www.enraizados.com.br
Incubadora de Comunicação: http://www.inraiz.com.br
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