RAP CATARINENSE


Pedindo licença a todos os amantes do Hip-Hop, eu Janaina Palavra Feminina de Blumenau/SC com muita honra trarei pra vocês um pouco da história, dos acontecimentos da região catarinense e pra iniciar, trago pra vocês, no último 21 de agosto aconteceu em Floripa - SC mais uma etapa do RPB Festival. Contando com talentosos grupos catarinenses, b.boys, grafiteiros, mais uma vez a iniciativa fez com que o rap catarinense se misturasse e revelasse novos grupos no cenário catarina. Parabenizo aqui os ganhadores do RPB, em 1º lugar "Somos 1" grupo gospel de Floripa, em 2º lugar "ALX Sede de Vitória" também gospel de Criciúma e "W.Paul" em terceiro. Parece que foi ontem que o 1º RPB Festival Catarinense aconteceu, já estamos no segundo e que Deus abençoe que muitos virão pra que o RAP Catarinense possa se encontrar, dividir histórias, compartilhar sentimentos e entrelaçar amizades. Mais informações no www.rpbfestivalcatarinense.blogspot.com .
E no próximo dia 25 de setembro teremos em Blumenau mais um evento de RAP contando com os grupos Palavra Feminina, Circunstâncias, União de Idéias, Mano Kruger, Conceito "C.D.R." e Realidade Periférica vindo de Itajaí. Todos os grupos tem material no Site do Youtube e também no http://www.palcomp3.com.br/, onde você pode conhecer um pouco mais da história, do estilo do rap blumenauense e conhecer mais grupos de SC.
Agradecida a todos, lembre-se sempre:
"Viva a vida que você ama e ame a vida que você vive" - Só o amor traz a justiça
Muita PAZ!!!!!!!

Projeto Origens - Programação de Setembro

Dia 04/09
Comemorando o aniversário do gordão.


Local: Hole Club, rua Augusta, 2203, centro SP (metrô Consolação)

Sua presença FORTALECE!

MV Bill: Não fazer algo que sempre quis mudar seria uma contradição




O Jornal Extra fez uma reportagem com Mv Bill onde ela fala sobre a participação em “Malhação”. Como a notícia a respeito da atuação do rapper na novelinha adolescente teve grande repercurssão , resolvemos trazer para vocês está matéria que saiu no Jornal Extra

Poderoso Bill em “Malhação”

De favelado perseguido, acusado de fazer apologia ao crime, a respeitado formador de opinião, MV Bill já foi chamado de muita coisa. Agora, atende também por ator de ‘Malhação’, mas atuou na vida como flanelinha e carregador de bolsa de madame, experimentou maconha, foi virgem até os 21 anos e, hoje, sua maior extravagância é almoçar e jantar em casa, com a mesa posta, em plena Cidade de Deus: ‘O dinheiro me proporcionou ter dignidade’

“Mais um guerreiro do Rio de Janeiro buscando alternativa pra sair do coma brasileiro/ Considerado louco por ser realista, maluco e não me iludo com vidinha de artista (…) Televisão, ilusão tudo igual(…) O que você vai fazer agora pra mudar a regra?”. A letra faz parte do rap “A voz dos excluídos”, escrito por um futuro ator de “Malhação”. Algo parece estar fora da ordem? Não para MV Bill. O rapper e escritor, de 36 anos, nascido, criado, marginalizado, respeitado e reverenciado em sua Cidade de Deus, decidiu mudar a tal regra musicada e colocar a mídia a serviço de sua crítica social. Alguns podem até gritar em forma de protesto que “o cara entrou no esquema, mais um vendido pro sistema”. O que Alex Pereira Barbosa, o nome de batismo por trás do cantor de hip hop, considera fora de moda.

— Ao aceitar o convite, pensei que pudesse estar ajudando a modificar um formato do qual sempre discordei. Sempre critiquei as novelas, mas também me coloquei aberto a dialogar. Vi que havia uma disposição da Globo para mudar as coisas, estar mais próximo das pessoas que vivem no meu mundo. Não participar de algo que sempre quis mudar seria uma contradição — justifica MV Bill, que na novelinha adolescente será Antônio, um professor de matemática flexível com os alunos e linha duríssima com a filha Júlia (Dandara de Morais), num contexto em que se falará sobre periferia, romance interracial e bolsas estudantis.


Com Dandara, que fará sua filha em “Malhação”

MV Bill ainda não começou a gravar a nova temporada, que estreia amanhã, mas atuar não mete medo. É diretor e ator de seus próprios clipes, já fez cinema (“Sonhos roubados”, de Sandra Werneck), e está curioso. Afinal, quer conhecer o homem para o qual vai emprestar o corpanzil de 1,95m. É na Cidade de Deus que ele dá suas entrevistas, reside, escreve suas músicas e circula. E também tira fotos e dá autógrafos. Muitos.

_ Deveria ser normal me verem aqui, né? Por isso fico tão sem graça de fazer fotos aqui na rua. É uma coisa estranha isso, porque… pô, é a Cidade de Deus! — surpreende-se o cantor, que sabe que o assédio só tende a aumentar: — Até hoje sempre foi tranquilo, nada que fugisse ao respeito ou ao controle.


Com fãs em plena Cidade de Deus: motivo de timidez

Se hoje o moço é festejado, o passado conta outra história. Em 1999, chamou atenção ao se apresentar no extinto Free Jazz Festival e apavorar todo mundo ao mostrar durante a música uma arma na cintura. Bill explica que era só um protesto pela paz. Em 2006, novo quiproquó. O rapper foi acusado de fazer apologia ao crime no clipe de “Soldado do morro” (Feio e esperto com uma cara de mal/ A sociedade me criou mais um marginal/ Eu tenho uma nove e uma hk/ Com ódio na veia pronto para atirar). A coisa só mudou de figura quando “Falcão, os meninos do tráfico” chegou ao “Fantástico”.

— Minha mãe fica feliz ao me ver nas páginas culturais. Antes, era só nas policiais — ironiza.


No aniversário de seis anos

Dona Cristina, ex-doméstica dos condomínios da vizinha Barra da Tijuca, temia pelo filho.

— Passei por muitos perrengues. Fui flanelinha, carreguei bolsa de madame… Lembro que ia cantar e não tinha dinheiro. Sabia que minha mãe tirava de uma responsabilidade de casa para poder pagar meu ônibus, para eu não ter que passar por baixo da catraca e correr o risco de ir preso, ser machucado — conta.

A mãe criou os três filhos sob rédeas curtas. O pai, Paulo Roberto, separado da mãe, é um dos fundadores da Cidade de Deus. Andar tranquilamente na favela em que nasceu era para os amigos, armados, que se bandearam para o lado mau da força. MV Bill resistiu.


“Passei por essa bifurcação do certo e errado muitas vezes”

— O que sou se deve muito ao braço forte da minha mãe. Quando ela via que eu poderia estar pensando besteira, que poderia descambar para o outro lado, me colocava na rédea. Às vezes, dava uns tapas, botava de castigo, mas bastava olhar e falar grosso que já resolvia. Eu ficava p…, mas hoje dou graças a Deus por ela ter agido assim — conta ele, que não tem religião definida, não bebe, não fuma, dorme às 21h quando não tem show, mas chegou a experimentar maconha: — Não gostei, ainda bem, porque nem cheguei a experimentar outra droga. O que me salvou foi o medo. Passei por essa bifurcação do certo e errado muitas vezes. Ao mesmo tempo que tinha o lado sedutor de ver os caras com os tênis e roupas mais maneiras, cheios de mulher, pois estavam no tráfico, dava um cagaço porque também via o cara sendo preso e morrendo na mão dos próprios bandidos.


No filme “Sonhos roubados”, de Sandra Werneck

O rap entrou na vida de Alex através do filme “As cores da violência”, de Dennis Hopper. Era 1988, ele tinha 14 anos e ficou louco pela trilha feita pelo Public Enemy. Virou MV — mensageiro da verdade — Bill e teve o ídolo como parceiro no último disco:

— Não sabia inglês, mas na época tinha uma revista que trazia as letras traduzidas. O rap foi a saída para mim.

Aluno mediano — ele completou o primeiro grau —, MV Bill gostava mesmo era das aulas de português.

— Era aquele aluno que viajava na maionese, mas adorava escrever redação. A Tia Nair elogiava meus textos, mesmo com os erros de pontuação e ortografia, lia lá na frente da sala. Cada vez que chamava minha mãe na escola, ela achava que era problema, mas a professora dizia que eu tinha dom artístico. Minha mãe retrucava: “Dom artístico o escambau! Esse menino tem que estudar!” — recorda.


Cena do documentário “Falcão, os meninos do tráfico”

Se estivesse viva, Tia Nair teria orgulho do menino apelidado de Bill porque tinha cara de rato, era desajeitado e não tinha jeito com as meninas. Tanto que só perdeu a virgindade aos 21 anos.

— Todos os meus amigos transaram com 13, 14 anos. Eu era o feio. Hoje em dia, até o feio arruma uma tampa para sua panela, mas naquela época… Meu pai nunca me chamou de gay, mas chegou a insinuar. Ele dizia: “Vai arrumar uma mulher, me enche de neto!”. Mas, cara, não queria transar e ser pai. Achava que isso sempre acontecia. Quando transei pela primeira vez, meus amigos já tinham pelo menos dois filhos.

Queria uma namorada, não ser pai. Quando descobri que era possível ter mulher e não engravidá-la, aí sim! — explica o cantor, casado há seis anos com a jornalista Vivian Reis, e ainda sem filhos.


MV Bill com os pais Cristina e Paulo Roberto

A grana que entrou após a fama é destinada aos projetos sociais, ao selo próprio, aos documentários e até a uma grife. Ele vende, pela internet, roupas e acessórios no estilo hip hop.

— Um amigo meu tinha uma confecção e pediu para tirar minhas medidas. Pô, nunca ninguém tinha feito isso! Comprava roupa gringa, tamanho XXXL. Agora uso GGG e calço 45. Imagina antigamente! Sempre usava roupa curta e tênis dois números menores. Sorte que minha avó era doméstica na casa de um lutador de boxe e eu herdava os calçados velhos dele — descreve, sem qualquer ponta de tristeza ou mágoa: — Hoje posso contar isso com um sorriso no rosto. Estou longe de ser milionário, mas o dinheiro me proporcionou ter dignidade. Tomar café, almoçar, jantar na mesa, com a família reunida, sem passar necessidade. Isso era o que mais queria: não passar vontade.


” Estou longe de ser milionário, mas o dinheiro me proporcionou ter dignidade. Tomar café, almoçar, jantar na mesa, com a família reunida, sem passar necessidade. Isso era o que mais queria: não passar vontade”

Fonte: Jornal Extra


Comentário dos Leitores:

Val Rapper - Produções Caseira

Nessa música, eu falo + ou - como eu gravo, e quais os equipamentos que uso para gravar.

FINO


Sobre f.i.n.o. : Disco Quarto Mundo nas ruas!
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F.I.N.O.
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Formação de Inteligência Nacionalista Organizada, pode ser uma definição, ou simplesmente pela estrutura de seu corpo franzino, o apelido F.I.N.O., MC nascido e criado na zona sul de São Paulo, na região do Capão Redondo, envolvido com a música Rap desde 1997, trabalhou com o grupo Conceito Moral (que teve um bom destaque na cena Hip Hop, realizando shows com grandes nome do Rap Nacional, como Racionais, Sabotage, RZO, além de participar do Festival organizado pelo Governo do Estado de São Paulo e a gravadora TRAMA em 1999, onde ficaram em quarto lugar).

Em 2001, F.I.N.O. decidiu seguir seu caminho em carreira solo, e isso resultou no disco demo intitulado, MOCHILA DE RIMAS. Em 2005, lançou o EP: O SOM DO F.I.N.O., com 5 faixas. Ambos e com produção e gravação por RB STUDIO, e tiveram grande repercussão na zona sul de SP gerando shows e execução em diversas radios comunitarias.

Após isso, o MC, formou uma aliança com a banda de hip hop NÚCLEO, o que ocasionou diversas participações em shows e a gravação do disco LA CONEXION SP - MADRID. Disco este, no qual Nucleo e F.I.N.O. representando São Paulo fizeram músicas junto com outros diversos grupos de Madrid (Espanha).

Já em 2007, o encontro com o DJ F-ZERO, que dava início aos trabalhos do seu selo, MATERIAL CORROSIVO, resultou na criação e produção de algumas músicas, que hoje resultaram no trabalho intitulado QUARTO MUNDO.


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QUARTO MUNDO
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"Qu4rto Mundo" é um disco em parceria com o DJ F-Zero, responsável pela maior parte do disco, com o beatmaker Diamantee respondendo pelas duas únicas batidas que não passaram pelo crivo do F-Zero.

A primeira informação relevante: 70% dos samples utilizados nos beats são nacionais. Isso significa uma novidade em termos de produção tupiniquim e já diz algo sobre como o conceito do trabalho foi levado a sério. Em outras palavras, o tal quarto mundo de Fino já tem trilha sonora definida: ritmos brasileiros, de todas as formas.

O curioso, entretanto, é que a forma como os samples são trabalhos é bastante discreta. Não é uma tentativa gratuita de valorizar a música brasileira; na verdade, é bem provável que, caso você não tenha lido o parágrafo acima antes de ouvir o disco, não fique com a impressão da predominância de músicos nacionais. Os excertos são tratados de forma tradicional e não são a figura principal do álbum: o resultado final dos beats é mais importante do que as fontes utilizadas.

Para este trabalho, o MC baseou-se na trilogia literária (Sidarta, O Lobo da Estepe e Damian) do autor alemão, naturalizado suíço, Herman Hesse; fazendo com que este trabalho seja de certa forma muito mais intimista, pois busca não só analisar a sociedade e seus indivíduos como um todo, mas principalmente preocupa-se mais com a busca pelo seu eu e suas verdades em sua forma mais positiva. Quarto Mundo demonstra de forma ambígua, os pensamentos, buscas e reflexões que vão além do nosso Terceiro Mundo.

O mote do disco é Fino, e sua visão de mundo. O emcee fala sobre tudo. A onipresente rua e suas armadilhas, a paixão pelo rap, as agruras de um homem comum em uma metrópole incomum. É aceitável encarar "Qu4rto Mundo" como o manifesto da filosofia de vida de Fino, e isso pode ser facilmente justificado em faixas como "Um gole de vinho, um pouco de jazz" ou "Tranquilo".

Na verdade, assim é o tal "Qu4rto Mundo" de Fino. Um espaço tipicamente brasileiro, e não são apenas os samples os responsávies por isso, e sim a própria mentalidade do emcee. Podemos considerá-lo um bom representante do brasileiro comum: cheio de dificuldades, mas ainda assim otimista, crente que o mundo melhora no próximo dia. O cara que para para refletir, mas logo depois está sorrindo com os amigos. Um cara tranquilo, que toma um vinho e ouve um jazz para relaxar e fugir dos monstros e da violência gratuita.

Texto por: Felipe Schmidt (boom bap), Rod.


www.myspace.com/finoquartomundo

Pelas Periferias do Brasil - VOL IV

Pelas Periferias do Brasil - VOL IV ........previsão de lançamento: Setembro/2010
Pelo quarto ano seguido o projeto literário do escritor Alessandro Buzo e da Suburbano Convicto Produções, a coletânea "Pelas Periferias do Brasil" vai ganhar as ruas com autores de no mínimo 6 estados.
Serão 20 autores e lhes apresento 17 deles.....os outros 3 estamos fechando.
No time que só tem camisa 10 teremos......
Alessandro Buzo (SP) - Organizador e autor
Axé (SP)
Luter (SP)
Germano Gonçalves (SP)
Lunna (SP)
Lids Ramos (SP)
André Ebner (SP)
Vagner Souza (SP)
Horacio Indarte (SP)
Elizandra Souza (SP)
Zinho Trindade (SP)
Gil BV (PI)
Augusto do Hip Hop (ACRE)
PeVirgulaDez (RJ)
Jaqueline (DF)
Jamaica (PR)

E uma forma de manter o projeto transparente e fazer com que os autores se conheçam, desde ontem está rolando um "email coletivo"....tudo que temos pra falar pro grupo, fazemos através do "responder a todos" e vai juntando a gente, se conhecendo melhor.
Isso rolou muito bem no VOLs I, II e III.........confira abaixo que segue rolando no "VOL IV"....Literatura é o caminho.

Gostaria de agradecer ao convite, estou lisonjeada de participar desta antologia, principalmente que tem uma eqüidade de gênero, com mulheres do hip hop e da literatura mostrando seus escritos, suas letras, seus pensamentos.
O Buzo é uma pessoa que está sempre apresentando novas formas de incentivar a leitura, fortalecendo com suas iniciativas e a antologia é uma forma das pessoas conhecerem os textos escritos, pois quando participamos de saraus, shows, a oralidade é muito forte...mas o registro escrito é uma forma de deixarmos nossa existência para as gerações futuras. Muito axé para todas e todos..e será um prazer está junto neste projeto.
Abraços poeticos.
Elizandra Souza


Opa Saudações..
tamo junto é uma satisfação tá junto nesse Projeto...
um salve a tod@s..
Gil BV (PI)

Salve,salve família!!!
Uma grande honra,tamo junto...
muita luz e axé.
Atenciosamente
Zinho Trindade
11 7586-0249
Axé
http://www.zinhotrindade.blogspot.com
http://www.myspace.com/zinhotrindade

boa tarde a todos e todas!
Muito me honro em participar deste celeto grupo .
Estou aqui para somar
um a mais nunca apenas mais 1
Jamaica (PR)

Demorô Buzo, mas já tem data o lançamento?
Abração a todos...
P,10. (RJ)
www.myspace.com/pevirguladez
www.twitter.com/pevirguladez
www.youtube.com/pevirguladez

Salve salve!
Buzo será em Setembro na ação. Qual a data?
Da galera eu conheço a Nina a Elis, Zinho, Vagnaum.
Que tal um Sarau Suburbano parte lll para estreitar esses laços poéticos!? hein hein
Bju à tod@s.
Satisfação total!
Lid´s Ramos

Resposta Buzo: Ainda não definimos, deve ser final de setembro....quanto a um sarau pra estreitar laços, marcado, no Bixiga em 10/08....

Salve, salve! Satisfação pertencer à este time de peso.
Tamo todos juntos!
Abraços!
Nina Fideles (SP)

É isso aí tamo junto amigos, e essa coletânea veio para somar-mos juntos as idéias que rolam na periferia e fazer ela cada vez mais rica, mas rica de espirito e sabedoria.
Essa é a Hora.
Quem quiser seguir meu blog: coisasliterarias.blogspot.com.br é só acessar
E meu Orkut: O escritor Urbanista concreto.
Valeu!
Germano Gonçalves

Eita Lunna, nós denovo!
hehehe
bjs,
Jaque (DF)

Prazer imenso pra geral!!!!!
Buzo, mais uma vez, tamu juntos e misturados amigo...
Bjs
Lunna
www.mulheresnohiphop.com.br
MSN: lunna.livreameaca@hotmail.com
Orkut, facebook: lunna79@gmail.com

Saudações.
Satisfação total em participar dessa comunhão da palavra, mas uma vez exercitando nossa ousadia de moradores e moradoras das periferias em escrever nossas própria histórias, parabéns pra nóis. Axé.
Desde já, fica o convite que assim que for feito o lançamento oficial na Ação Educativa, convido a todas e todos para virem lançar mais esse fruto aqui na Brasilândia, no Sarau Poesia na Brasa. Axé pra nóis.
Vagner Souza.

SPOCK "Literatura Interior"


Mc Spock
Mais um Mc nordestino (Baiano) que mostra um talento incrível. A sua EP ja se encontra a venda custando apenas 5 reais. Estaremos agora disponibilizando um som desse Cd "Literatura Interior", intitulado de "Antes de tudo"

Spock - Antes de Tudo

DOWNLOAD
CLIQUE AQUI


MYSPACE


E de quebra o som "Celebração" do coletivo Art'vistas, do Mc RAPadura & Mc Spock.

DOWNLOAD
CLIQUE AQUI.

Sem Meia Verdade



A trajetória do Sem Meia Verdade formado por THL e RUD, começa através do graffiti, em 1999,
com o grupo DMC (Devastação Mente Consciente), e daí conhecem o rapper Blitz do grupo Crime Verbal
do bairro Taquaril Z.L de BH através de uma rádio comunitária onde o rapper apresentava um programa
de rap, e começam a acompanhá-lo nos shows, ainda como graffiteiros fazem apresentações juntos.
2003: forma-se o grupo “Sem Meia Verdade”; e entram para participar do“Arena da Cultura”, no dia 10 de
Agosto se apresentam pela primeira vez no bairro Goiânia em BH, dia batizado pelos integrantes como
o dia em que o “SMV” nasceu.
2004: abrem shows de grupos de destaque dentro do cenário nacional como Facção Central e Da Guedes;
2005: Criaram o selo “NOSPEGAEFAZ”, este selo é formado pelos grupos de rap, Sem Meia Verdade,
Crime Verbal, Diário Oficial da Periferia, Elemento.S , Predicamento Impoluto (conselheiro Lafaiete),
Fase Ideológica e Nova Saga (Bahia), Nove Milímetros (SP) e A Fórmula (DF),
A “NOSPEGAEFAZ” tem como projeto base a “Instinto Louco de Expressão”, que são festas feitas de
forma independente com o objetivo de divulgar e unificar ainda mais o Hip Hop em Minas,
e a grife ‘U Comboio’ marca oficial da NósPegaeFaz.
Ainda em 2005 lançam o CD demonstrativo intitulado “Pregando no Inferno”,
2007 : Lançam o CD coletânea “Instinto Louco de Expressão - Pra Maloca Pirá” com músicas dos grupos
que formavam a NOSPEGAEFAZ , e participam da coletânea “Estrada Real Rap- V1”
2008: lançamos o cd “Ao Vivo e Aos Corres" e participam da coletânea “Crânios do Interior V-2( SP)”
Em 2008 também marcam por lançarem a grife de roupas ‘U Comboio’ da NósPegaeFaz;
2010: Lançam o disco ‘Fel e Mel’ em parceria com o grupo Diário Oficial da Periferia, e preparam o DVD,
‘O céu é o limite...Pra quem não Fraquejar’ e o disco ‘Por Deus’ para 2011;
Em 7 anos de caminhada o Sem Meia Verdade acumula um currículo surpreendente, e um tanto quanto
‘audacioso’ para um grupo de rap: 48 participações em músicas de outros artistas, 25 coletâneas em todo
Brasil, 3 discos na rua, e outros 2 programados para o próximo ano, DVD, Roupas e acessórios pela NPF.
Continuam como graffiteiros e ativistas do movimento Hip Hop;
É só aguardar os trabalhos do grupo e adicionar esse nome no seu acervo musical de rap nacional,
chamado SEM MEIA VERDADE.
...NÓSPEGAEFAZ... 2000EHOJEATÉQUANDO DEUS KIZER
THL faz oficinas de graffiti , é catequista de crisma na paróquia São Pio X e Designer Gráfico, e juntamente
com RUD são participantes da Renovação Carismática Católica.
Sem Meia Verdade
...NÓSPEGAEFAZ... 2000EHOJEATÉQUANDO DEUS KIZER

Aliado G e Célio Turino promovem encontro literário em São Paulo


Na última segunda-feira (12), nem o frio espantou as pessoas que invadiram a Câmara de vereadores de Ribeirão Pires, última cidade do ABC paulista, para participarem do lançamento dos livros Ponto de Cultura e Hip-Hop a Lápis.

Célio Turino autor do livro Ponto de Cultura – Brasil de Baixo pra Cima foi o primeiro a expor. Leu trechos de seu livro e apresentou um pouco de sua ampla bagagem como desenvolvedor dos Pontos de Cultura.

Rafael da coperativa de artistas de Ribeirão a ARCA foi o segundo a falar seguido por Thiago Vaz graffiteiro que ilustrou o livro Literatura do Oprimido produzido pelo Ponto de Cultura Hip-Hop a Lápis.

Toni C. organizador do livro fez uma breve exposição de como esta obra se viabilizou. Dando o credito à Nação Hip-Hop Brasil entidade que acreditou na publicação. Quem fechou a atividade foi Aliado G, presidente da entidade, que era aguardado para apresentar seu depoimento.

Beto Teoria, Aliado G e Célio Turino

O rapper do grupo Face da Morte, autor do novo sucesso 1 di nóis (clique para ouvir), falou o que moveu a criar a entidade. Falou também da importância de registrarmos nossa história em livros. Fez uma análise sobre nosso papel nos espaços de desições e segundo Aliado G: “Precisamos ter cada vez mais um de nós dentro da universidade, um de nós em espaços de decisões como este” alertou o rapper.

A atividade mediada por Beto Teoria um dos 60 autores do livro foi promovida pela Nação Hip-Hop Brasil junto com a Arca.

Fonte: Hip-Hop a Lápis

Condenado pela morte de Sabotage pega 14 anos de prisão


Sentença foi lida na tarde desta terça-feira (13).Sirlei Menezes da Silva negou relação com o crime durante júri.

Sirlei Menezes da Silva foi condenado na tarde desta terça-feira (13) a 14 anos de prisão pela morte do rapper Sabotage. Ele foi considerado culpado pelo homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima).

A sentença foi lida pouco antes das 18h no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, pela juíza Fabíola de Oliveira Silva, da 1ª Vara do Júri. Uma vingança decorrente de uma disputa pelo tráfico de drogas em uma favela foi considerada como motivação para o assassinato.

O defensor público Marcelo Carneiro Novaes disse que irá recorrer da decisão. Durante o julgamento, ele declarou que o processo é uma “maracutaia” . “Vamos recorrer e esperamos obter êxito neste recurso. Gostaria de saber o que aconteceu. É uma prova absolutamente insuficiente”, declarou sobre o depoimento das testemunha sigilosa 1, no qual teria o júri teria se baseado para a condenação.

Sobre o fato de o condenado ter assinado uma confissão em depoimento no Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), no Centro de São Paulo, em dezembro de 2004, o defensor disse apenas que “é uma confissão que não merce nenhuma credibilidade”. Anteriormente, ele havia dito que a confissão à polícia foi feita sob coerção. “O Sabotage tem uma música que se chama maracutaia. E eu afirmo: esse processo é uma maracutaia.”

advogado apresentou ainda um ofício do Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer, que comprova que a mãe de Sirlei foi internada no dia 23 de janeiro de 2003, um dia antes do crime. Por volta das 5h do dia 24, segundo a defesa, ele estava pegando um trem para ir levar roupas para a mãe, o que impedia que ele estivesse na Avenida Abraão de Morais, na Zona Sul da capital, às 5h30, horário do crime.

Na segunda, Sirlei Menezes da Silva negou ter relação com a morte do rapper. Uma testemunha, no entanto, afirmou que o viu comemorando o assassinato em uma favela após o crime.

Sirlei Menezes da Silva já foi condenado a mais de cinco anos de prisão por roubo em 1994.

Sabotage, assassinado a tiros quando deixava a mulher no trabalho no bairro Bosque da Saúde, tinha 29 anos na época do assassinato. Cantor e compositor nascido em uma favela paulista, Sabotage compôs muitas músicas de cunho social, falando sobre drogas, violência e criminalidade. Sua estreia no cinema foi no filme “O Invasor”, de Beto Brant.

Também incorporou o personagem Fuinha em “Carandiru”, longa de Hector Babenco, que estreou meses depois da morte do rapper. O papel dele era de um detento viciado em drogas.

Fonte: G1

Testemunha viu assassino comemorando a morte de Sabotage



Segundo promotor, testemunha sigilosa afirma ter presenciado cena. Plenário teve de ser esvaziado para manter resguardada identidade.

Uma das testemunhas do julgamento de Sirlei Menezes da Silva pela morte do rapper Mauro Mateus dos Santos, mais conhecido como Sabotage, afirmou na tarde desta segunda-feira (12) que o acusado comemorou o assassinato em uma favela após o crime. A informação foi passada pelo promotor Carlos Roberto Marangoni Talarico.

Isso porque o plenário onde acontece o júri, no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, teve de ser esvaziado para preservar a identidade da testemunha, considerada sigilosa.

Sirlei Menezes da Silva é acusado de matar o músico em 24 de janeiro de 2003, na Zona Sul da capital paulista.

Ainda de acordo com o promotor, a testemunha disse ter ouvido o acusado pronunciar a seguinte frase na ocasião: “Ele foi cantar para São Pedro”.

O defensor público Marcelo Carneiro Novaes diz que apresentará a versão de seu cliente no plenário. Ele não quis comentar as declarações.

O julgamento, que teve início às 15h, chegou a ser marcado para o dia 28 de abril, mas foi adiado, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, em razão da ausência de uma testemunha.

Quatro homens e três mulheres foram selecionados para compor o júri na tarde desta segunda. São cinco testemunhas. A juíza Fabíola Oliveira Silva, da 1ª Vara do Júri, preside a sessão.

Sabotage foi assassinado a tiros na Avenida Abraão de Morais, no bairro Bosque da Saúde. Ele tinha 29 anos na época. Cantor e compositor nascido em uma favela paulista, Sabotage compôs muitas músicas de cunho social, falando sobre drogas, violência e criminalidade. Sua estreia no cinema foi no filme “O Invasor”, de Beto Brant.

Também incorporou o personagem Fuinha em “Carandiru”, longa de Hector Babenco, que estreou meses depois da morte do rapper. O papel dele era de um detento viciado em drogas.

Fonte: G1

HIP-HOP FAZENDO ESCOLA ENTRADA FRANCA DIA 18 DE JULHO ,DOMINGO



Hip-Hop fazendo escola

Dia 18 de julho, domingo. ENTRADA: FRANCA

Programação

10:00 - ínicio das atividades
- Oficina de reciclagem , transformando garrafas pet e embalagens plásticas em brinquedos, com DULIXO.

- Basquete de Rua

- Grafitti

- Almoço comunitário apartir do meio-dia





12:00 - Grupo de Samba Ocasião
14:00 - Grupo de dança do Jardim Miriam
14:20 - Poetas da Cooperifa e comunidade
14:30 - Grupo de Rock Essence Of Roses
15:00 - Poetas
15:10 - QI RACIONAL
15:40 - Grupo Fato Realista e convidados
16:00 - Enigmas de Periferia
16:20 - Banca Lâmina Afiada
17:00 - Grupo Negredo e convidados
18:00 - Encerramento do Evento.


Na escola Leonor Quadros
Rua Baltazar Gomes de Alarcão sem número
Altura do 5.500 da Avenida Cupecê - Jardim Miriam
Ponto de Referência: Fica do Lado do supermercados Ricoy.

Dexter enfim conquista a liberdade


Depois de mais de uma década exilado, Dexter conseguiu o beneficio de cumprir o restante da pena no regime semi-aberto. O rapper está trabalhando durante o dia numa loja de hip-hop e a noite dorme na cadeia. A situação é provisória e em breve ele deve conquistar a liberdade total.

Dexter enfim conquista a liberdade

Depois de mais de uma década exilado, Dexter conseguiu o beneficio de cumprir o restante da pena no regime semi-aberto. O rapper está trabalhando durante o dia numa loja de hip-hop e a noite dorme na cadeia. A situação é provisória e em breve ele deve conquistar a liberdade total.

Festa Nostalgia


Festa Nostalgia



Você vai curtir e relembrar o que marcaram a Black Music nos anos 60, 70 e 80, passando pelo Soul, Funky, Flash Back, Samba Rock, Melodia, Balanço e muito mais.



Nesta celebração os toca discos serão comandados pelos já consagrados Dj's Erry-g e Xiz (Rapaziada Negro é Lindo). E ainda teremos telão e sorteio de brindes.



Não tem como perder esta festa!!!


Serviço:

Data: Sábado - 10 de Julho de 2010

Horário: 22:00h às 4:30h

Local: MICA’S BAR

End.: Rua dos Apiaris, 259 – Sta. Terezinha – Pedreira – SP (Prox. Ao Supermercado Pedreira e da Estrada do Alvarenga, altura do nº 2820)

Ingressos: R$ 10,00 antecipado / R$ 15,00 na Bilheteria (homem e mulher)

Obs. Garantam seus antecipados nos postos de venda, indicados no Flyer (Ou comigo mesmo).

Traje Esporte Chic, Não será permitido entrar de Boné e Tênis.


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