A cria rebelde


Pra quem não teve a oportunidade de conferir o trabalho do grupo de rap baiano 157 nervoso que lançou seu primeiro disco em 2008 , intitulado “A CRIA REBELDE” poderá conferir agora.

link: http://www.4shared.com/file/1feZr26D/157_nervoso.html

157 Nervoso agora será “NIGGAZ”

A palavra Nigga ou Nigger surgiu em referência aos negros e foi usada pela primeira vez em 1970 em histórias em quadrinhos que faziam piadas sobre negros. As palavras significam basicamente a mesma coisa, ou seja, negro. Porém, “Nigger” é vista como ofensiva e pejorativa. Já “Nigga” é utilizada para cumprimentos entre os próprios negros e bastante utilizada nos guetos americanos, inclusive por rappers que tem uma certa liberdade de expressão para veiculá-la por já ter se tornado cultural entre os mesmos. Embora a utilização da palavra por pessoas que não tenha descendência africana soe como inaceitável e hostil.

Com base nisso, o grupo de rap 157 Nervoso dará continuidade aos trabalhos sob o nome de “Niggaz 157”. E decidiu tornar público o motivo pelo qual chegaram ao consenso para a alteração do nome do grupo.

Assim como o Rap/Hip Hop vive um momento de transição, o grupo decidiu acompanhar o processo e se despir da antiga roupagem para dar início a uma nova história dentro do rap feito no Brasil, agora com o nome NIGGAZ 157. O grupo segue a mesma linhagem pesada a qual influenciou e deu origem as suas primeiras canções. “Optamos pela troca do nome para simbolizar a fraternidade entre nós, pelo tratamento respeitoso de um com o outro como nas gangues americanas e pra fazer referência à cultura de rua universal”.



Maiores informações:

assessoria157@gmail.com

www.myspace.com/niggaz157

www.twitter.com/niggaz157

www.twitter.com/diego_157

www.twitter.com/manduim



Lançamento do livro "No Coração do Comando" com Julio Ludemir (autor), falando de uma cadeia dominada pelo Comando Vermelho...direto do Rio de Janeiro



* Clique na imagem para ampliar.....

LIVRARIA SUBURBANO CONVICTO
www.livrariasuburbanoconvicto.blogspot.com
Rua 13 de Maio, 70 - Bixiga
São Paulo - SP (região central) CEP: 01327-000
(11) 2569-9151
suburbanoconvicto@hotmail.com
* De segunda à sexta, das 10h às 19h

Serviço......
O jornalista, escritor e roteirista Julio Ludemir estará na Suburbano Convicto na terça-feira 23 de novembro, autografando dois de seus seis livros: No coração do Comando e Lembrancinha do Adeus.

No coração do Comando foi o primeiro romance que este carioca criado em Pernambuco lançou. O livro é inspirado na história de amor entre Marquinho Neguinho e Valéria Ribeiro, ele uma das principais lideranças do Comandos Vermelho e ela sobrinha de Adilson Balbino, uma das principais lideranças do Terceiro Comando. Julio Ludemir soube desse Romeu e Julieta das cadeias cariocas quando trabalhava para o no.com, uma das experiências jornalísticas mais exitosas do Rio de Janeiro.

Seu terceiro romance, Lembrancinha do Adeus é um longo diálogo entre duas gerações do crime no Rio de Janeiro. Lambreta é um bandido velho, que depois de 30 anos de cadeia se refugia no Morro do Adeus, berço da facção criminosa Amigo dos Amigos, mais conhecida como ADA. E Lembrancinha é um menino violento cujo grande sonho é entrar para a boca, o que não pode fazer porque o lendário Uê havia prometido a seus pais que faria dele um trabalhador respeitado. Esse diálogo se dá dentro de uma cisterna, enquanto os dois aguardam o fim de uma guerra por ponto de drogas na favela em que moram.

Julio Ludemir é um dos roteiristas de Quatrocentos contra um, baseado no livro homônimo de William da Silva Lima, que narra a criação do Comando Vermelho. É secretário adjunto de Cultura de Nova Iguaçu há três anos.

Os livros serão vendidos a R$ 15 reais.

FONTE: SUBURBANO CONVICTO

3° Encontro de DJs de Hip-Hop da Região Metropolitana de São Paulo


O Encontro de DJs de Hip-Hop da Região Metropolitana de São Paulo chega a sua terceira edição em 2010 e, neste ano, o evento promove a cultura em um espaço para a exposição, criação e intercâmbio de ideias. Gratuito para o público, o encontro será realizado nos dias 25, 27 e 28 de novembro, no Tendal da Lapa, em São Paulo. O principal objetivo é promover a interação entre MCs, praticantes da dança de rua e grafiteiros.

Além de mostrar as vertentes, os equipamentos e as áreas de atuação do profissional da discotecagem, o evento também realizará mostras de vídeos, uma exposição de vinis organizada pela Liga do Vinil - coletivo da zona sul de São Paulo - e o trabalho de graffiti ao vivo, interagindo com as atividades dos DJs. Sob curadoria do DJ Erry-G, o Encontro de DJs de Hip-Hop da Região Metropolitana de São Paulo conta com as já tradicionais mesas de debate, performances, batalhas e shows.

Apresentações:
- Performance de DJs,
- Batalhas de DJs
- Shows (DJ, rap e dança de rua),
- Freestyle com MCs,
- Discotecagem com DJs,
- Graffiti ao vivo
- Batalha de beats
- Batalha dança de rua

Oficinas:
- Oficina de produção musical
- Oficina de sonorização e tecnologias

Debates:
- Tema: "Profissionalização, tecnologia, mídia e o mercado de trabalho. O que isso tem a ver com o DJ."

Mostra de vídeos:
- Exibição de documentários, filmes e vídeo-apresentação de DJs.

Exposição
- Capas de discos e audição

Informações do Evento:
O Encontro de DJs de Hip-Hop da Região Metropolitana de São Paulo chega a sua 3ª edição em 2010 e, neste terceiro ano, o evento promove a cultura num espaço para a exposição, criação e intercâmbio de ideias. A interação desenvolvida por MCs, praticantes da dança de rua e grafiteiros é o objetivo principal do encontro.

Além de mostrar as vertentes, os equipamentos e as áreas de atuação do profissional da discotecagem, esse evento também realiza mostras de vídeos, uma exposição de vinis organizada pela Liga do Vinil - coletivo do extremo sul de São Paulo – e o trabalho de graffiti ao vivo, interagindo com as atividades dos DJs. Sob curadoria do DJ Erry-g, o Encontro de DJs de Hip-Hop conta com as já tradicionais mesas de debate, performances, batalhas e shows.


AGENDA

- 25/11 – Quinta-Feira
Das 21h as 4h
Festa de Abertura : Encontro de DJs
Local: Espaço Urucum
Rua Cardeal Arco Verde, 1598 – Pinheiros – São Paulo - Brasil
Ingressos limitados
R$ 10,00 homem e R$ 8,00 mulher

- 27/11 – Sábado
- 28/11 – Domingo
Das 15h as 22h

Local: Tendal da Lapa
Rua Constança, 72 – Lapa – São Paulo - Brasil
(Travessa da Rua Guaicurus).
Próximo á estação de Trem Lapa e da Estação Ciências.
Entrada Franca


ATIVIDADES


APRESENTAÇÕES ARTISTICAS
- Performance de DJs,
- Batalhas de DJs
- Shows (DJ, Rap e Dança de Rua),
- Free Style com MCs,
- Discotecagem com DJs,
- Graffiti Ao Vivo
- Batalha de Beats
- Batalha Dança de Rua


OFICINAS
- Oficina de Produção Musical
- Oficina de Sonorização e Tecnologias


DEBATES
- Tema: Profissionalização, Tecnologia, Mídia.e o Mercado de Trabalho. O que isso tem a ver com o DJ.


MOSTRA DE VIDEOS
- Exibição de Documentários, Filmes e Vídeo Apresentação de DJts.


EXPOSIÇÃO
- Capa de Discos e Audição


Local: Espaço Urucum

Endereço: Rua Cardeal Arco Verde, 1598 – Pinheiros

Cidade/Estado: São Paulo/ SP


Informações do Local:
Espaço Urucum e Tendal da Lapa (confira as datas no flyer)

RAÇABRASIL GOG


A capa da revista Raça Brasil deste mês de novembro traz, em sua capa, o rapper e ativista GOG. Na principal matéria da publicação, ele concede uma entrevista exclusiva ao jornalista Alexandre de Maio. Para GOG, o reconhecimento se torna mais marcante pelo fato de ocorrer em novembro, mês em que é comemorada a Consciência Negra (dia 20).

Com as gravações de seu décimo álbum em andamento, GOG é um dos principais nomes do hip-hop brasileiro e, neste ano, lançou A Rima Denuncia (Editora Global), seu primeiro livro, que traz 48 letras de diferentes fases de sua carreira. Mais do que falar em nome do hip-hop, na matéria publicada na revista Raça Brasil GOG representa uma contundente militância por igualdade racial, comenta a necessidade de políticas auto-afirmativas e frisa a importância da música e da literatura na politização da população.

a edição deste mês da Revista Raça, GOG é o grande destaque estampado na CAPA com uma entrevista exclusiva cedida ao jornalista Alexandre de Maio. É um fato marcante para o Músico e Rapper já que é um mês simbólico por ser comemorada a Consciência Negra no dia 20.

GOG vem representando muito mais que o Hip-Hop neste importante veículo para a negritude brasileira, representa a militância por igualdade racial, a necessidade de políticas auto-afirmativas e a importância da música e da literatura no processo de politização de um povo. Faz isso lembrando algumas de suas músicas e também do seu mais recente lançamento, o livro “A Rima Denuncia” lançado pela editora Global.

É uma ótima oportunidade de entender que devemos nos politizar, que a música e a literatura são veículos que historicamente contribuíram para isso e que dia 20 de novembro não é só mais uma data de calendário.


FONTES: CENTRAL HIP-HOP E GOG

Niggaz "TEMPORAL"


Em comemoração pelo Dia da Consciência Negra o grupo de Rap Niggaz, traz aos amantes da boa música dois singles intitulados, “Temporal” e “Sem Cortes”, que conta com a participação do rapper cubano, Victor Duarte e a produção dos instrumentais fica a cargo de Diego 157. Com estes trabalhos o grupo vem explicitar a forma de como interpretam o mundo em que vivem e atender o anseio de quem esperava algo novo desde que deixaram de lado o nome 157 Nervoso e passaram a se chamar NIGGAZ. Pra conferir os novos singles acesse o link: http://www.4shared.com/file/zYg4yWY_/Niggaz_-_Singles.html

Maiores informações:

assessoria157@gmail.com

www.myspace.com/niggaz157

www.twitter.com/niggaz157

www.twitter.com/diego_157

www.twitter.com/manduim

Show celebra dia do hip-hop no sul de Minas Gerais




Para comemorar a data, o evento traz grupos de toda região, lançamento de livro sobre a cultura hip-hop e show especial com grupo Inquérito


Para comemorar os 36 anos da cultura hip-hop – que faz aniversário na próxima sexta-feira, dia 12 de novembro – um evento especial está sendo preparado na cidade de Monte Santo de Minas, no sul do Estado, com mais de dez grupos e o show especial da noite com o lançamento do CD MUDANÇA, do grupo Inquérito.

A festa que celebra o movimento tem início às 21h do dia 13 (sábado) e acontece no Poliesportivo da Estação, no bairro Alto da Estação terá a mistura de grupos de várias cidades do interior de São Paulo  como o MV3, de Leme e o grupo Transmissão de Araras.
As cidades da região, em Minas Gerais, também marcam presença com grupos como Concepção Criminal e Sistema Ant Preconceito, da cidade de Passos e também  Impacto Revolucionário, da cidade de Guaranésia.
A festa conta ainda com a presença de  Mano Junior, Mano Igor Fabinho Meireu e Gatilho da Paz de Guaxupé.
Da cidade de Poços de Caldas, o grupo Mente Letal também faz show, seguido pelo MC Leopac e ainda por Trindad.

Uma das surpresas ficam por conta de um som novo que Leopac está preparando. Como a apresentação acontecerá na data de aniversário do rapper, ele produz uma nova música. “Vou lançar, durante o show, esta música nova. É uma especial, para comemorar a data do hip-hop, o meu aniversário e o evento em si”, conta.
As atrações não param por aí. Direto do Triângulo Mineiro vem o grupo Comando R, da cidade de Uberaba.

Já a prévia da atração principal da noite fica por conta dos grupos Real Sistema Sonoro, Matilha e Pedro Ras.
O encontro traz ainda a parte do conhecimento dentro da cultura hip-hop e promove o lançamento do livro “Traficando Conhecimento” da escritora e militante Jéssica Balbino, que traz informações sobre o movimento e a comunicação entre as periferias.

Esta conexão proporciona exatamente o que pediu o pai do hip-hop, Afrika Bambaataa, quando criou o movimento: paz, amor, diversão e união. E desta maneira, os grupos e expectadores de todo sul de Minas e norte de São Paulo tem a oportunidade de se reunir e celebrar a criação do movimento dos guetos.
Para Kiko, da Vanguarda do Rap Nacional, um dos apoiadores do evento, realizar festas como essa fortalece o movimento na região. “Fazer um show com grupos de nome, como o Inquérito, faz com que cresça a cena e atrai público para o movimento. Muitos que curtem rap no interior, falando dessa região, nunca tiveram oportunidade de ir num show de algum grupo favorito”, destaca.
O grupo Inquérito faz, na noite, o show de lançamento do terceiro disco, Mudança, que vem 20 faixas e traz participações de Realidade Cruel, Cagebê, Emicida, RAPadura, DBS e Dexter.


Serviço - Os ingressos antecipados estão sendo vendidos a R$ 10 e podem ser adquiridos com os organizadores através dos telefones (35) 9175.5894- (35) 9106.6681
O show acontece no Poliesportivo da Estação, no Alto da Estação.

Aliados CP



O Grupo Nordestino da zona norte do Recife Aliados CP atualmente formado por Pulga mc, M. Gão, Fumaça e Dj Lotto. Fundado em 2003 lançou seu primeiro trabalho independente no final de 2005 intitulado “ENXERGAMOS UMA LUZ

Vem agora com seu novo trabalho intitulado¨ VIVENDO O PRESENTE, SEM ESQUECER O PASSADO¨

informações:

aliados@hotmail.com
mano.gao@hotmail.com
www.myspace.com/aliadoscp

link da musica: NINGUÉM ME PARA

DOWNLOADS




Salto, maquiagem, pick-ups e hip-hop

Foto: Jéssica Balbino


Foto: Jéssica Balbino



Foto: Jéssica Balbino
Mais uma vez, mulheres se unem para discutir a presença feminina no hip-hop e apresentar as DJs recém-formadas pela crew Applebum

De saia, salto alto, maquiagem e muita atitude, o hip-hop feito pelas mulheres pede licença para se consolidar também como protagonista da cultura. Pela segunda vez, o espaço da Foto: Jéssica BalbinoAção Educativa, no centro de São Paulo, sediou no último sábado (23/10) o evento Hip-Hop de Salto, organizado pela crew Applebum, formada pelas DJs Lisa Bueno, Mayra, Simmone, Tati Laser e Vivian Marques. O encontro serviu para celebrar, refletir e debater as experiências das mulheres no hip-hop.

Entre scratchs, back to backs, beats e muita disposição para compartilhar conhecimentos, as DJs do Applebum realizaram uma oficina com 10 alunas, que, ao longo de 12 encontros, aprenderam a arte de riscar os discos nas pick ups. Financiada pela Prefeitura de São Paulo, a ideia surgiu da necessidade de agregar mais mulheres ao hip-hop e, principalmente, à arte da discotecagem. “Estávamos limitadas a nós cinco e não tínhamos outras minas para chamar para os campeonatos. Então, resolvemos formar mais meninas e ter mais DJs tocando. O Hip-Hop de Salto veio para isso”, conta Lisa Bueno.

Além das participantes da oficina, o projeto atraiu ao auditório da Ação Educativa um público repleto de hip-hoppers de saia, batom e salto alto. Houve exibições das alunas que receberam certificados pela oficina e um debate, incrementado pela presença das rappers Rubia (RPW) e Lurdez da Luz. E, enquanto “O lugar da mulher no rap” era discutido, a grafiteira Cristiane Monteiro, conhecida como Crica, 26 anos, expressou em uma tela sua colorida e criativa homenagem às mulheres do hip-hop.

A militância pela causa feminina também reuniu diferentes coletivos e projetos femininos. Para a DJ Lisa Bueno, essa é a porta que vai abrir espaços no universo masculino, para que o hip-hop feito por mulheres chegue. “Enquanto poucos homens apoiam, vamos fazendo a nossa festa por nós mesmas”, opina.

E os homens chegam junto
Apesar do nome, o evento Hip-Hop de Salto não é restrito a mulheres. Também marcaram presença maridos, namorados e filhos das participantes, além de agentes do hip-hop que apoiam a presença feminina. É o caso de Luter, do grupo Enigmas da Periferia, que pelo segundo ano consecutivo saiu de Diadema para prestigiar o evento no centro de São Paulo. “Admiro a luta das mulheres para conquistar o próprio espaço sem precisar se vender. É uma grande iniciativa delas, que dá uma estrutura para as meninas que estão chegando agora e querem continuar nessa luta”, elogiou.

Discussão
No debate, foram discutidos temas como a Velha e a Nova Escola do rap, o mercado fonográfico e a evolução da comunicação no hip-hop desde a década de 1980. Depois de contar um pouco de suas trajetórias, incluindo a coincidência de terem iniciado no rap por meio de grupos formados por homens, as rappers Rubia e Lurdez da Luz responderam aos questionamentos do público.

Desde 1989 no rap, Rubia destacou que, sem militância, o rap não existiria. “Não existe nenhum MC apenas por estética. Existe algo mais. O rap é compromisso. Cito o Sabotage porque é verdade: o rap é compromisso”, frisou. Ambas destacaram a importância de mudança dentro do cenário do hip-hop e fizeram questão de enfatizar a luta vivida pelos pioneiros da cultura no Brasil, o que inclui, sem dúvidas, a participação de Rubia. Ela se divertiu lembrando que, para saber das novidades do rap, ficava acordada até as 2h da manhã, às quintas-feiras, para assistir ao extinto programa Yo! MTV Raps. “Era tudo muito mais difícil, mas me lembro com saudade. Toda informação e tecnologia era bem mais difícil. Fazíamos as colagens no tranco e looping com deck de rolo. Eram momentos mágicos. Se eu for parar para pensar, tenho coisas bacanas para contar.” Já Lurdez da Luz, mesmo pertencendo à Nova Escola do rap brasileiro, não se arriscou a comentar muito e apenas afirmou que não sabe onde tudo vai parar. Questionada sobre o volume e a velocidade das informações, o fato de não se produzirem mais discos de vinil e sobre o declínio do mercado fonográfico, opinou: “Vivemos um momento peculiar, mas eu acho que fazer um CD ainda vale a pena, porque o DJ pode tocar, torna-se um material de trabalho e daí surgem os shows. Mas, sinceramente, ainda não sei como ganhar dinheiro com o rap”.

Rubia e Lurdez da Luz concordaram que há uma saturação de novos raps no cenário, visto que o público deixou de ser apenas espectador e quis também subir ao palco e fazer músicas. “O rap não é pastel. Dá trabalho fazer. Eu não acredito em quem faz um rap por dia, porque é preciso muito sentimento para escrever e isso faz do público militante, também”, destacou Rubia. Lurdez foi além quando se referiu aos que admiram a cultura: “No rap, o palco é o público e o público é o palco”, filosofou. Na linha de pensamento do pai do hip-hop, Afrika Bambaataa, ela prosseguiu. “Podemos voltar às origens com paz, amor, diversão e união, ou seja, não perder o que conquistamos, apesar de acompanhar a evolução musical e produtiva que vem com esta nova safra”, ressalta.

Com a interação do público, o debate foi finalizado com palmas para todas as mulheres, sendo elas do hip-hop ou não, mas que fazem algo que muda, de alguma maneira, a realidade opressora que nos rodeia. “Viva as mulheres”, brindaram, e finalizaram o encontro, as mulheres do hip-ho

fonte: central hip-hop

por: jessica balbino

Prêmio Cultura Hip Hop 2010 – Edição Preto Ghóez


Confira a lista dos habilitados e inabilitados

Foi publicado no dia 05/10/2010, no Diário Oficial da União, a lista das iniciativas habilitadas a concorrer ao Prêmio Cultura Hip Hop – Edição Preto Ghóez. Foram enviadas 1084 propostas, destas 866 estão aptas a concorrer ao Prêmio, sendo 243 de grupos informais, 70 de instituições e 533 de pessoas físicas.

O mérito artístico e cultural dessas propostas será avaliado pela Comissão de Seleção do Prêmio, que escolherá as iniciativas que defendam o fortalecimento das expressões culturais do Movimento Hip Hop.

O Prêmio é uma promoção das Secretarias da Identidade e da Diversidade e de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura em parceria com Instituto Empreender e a Ação Educativa. Serão premiados 134 trabalhos com valor de R$ 13 mil para cada uma.

Os recursos podem ser apresentados até o dia 20 de outubro, para isso basta preencher o formulário e enviar para o e-mail: premiohiphop2010@institutoempreender.org. Dúvidas e informações poderão ser esclarecidas pelo telefone 61 3225 2780, de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h.

Formulário para Recurso

Confira aqui a lista dos habilitados e inabilitados.

Fonte: http://www.cultura.gov.br/site/2010/10/05/premio-hip-hop/

Crazzy Records lança mais um artista Paranaense


Crazzy Records é uma gravadora Paranaense direcionada para o publico RAP, desde 2002 vem produzindo e lançando talentos dos mais diversos lugares do Estado. Agora instalada na cidade de Colombo, próxima a capital Curitiba, vem desenvolvendo um trabalho de respeito e ganhando espaço para o Rap Paranaense.

Dentre os grupos já produzidos pela Crazzy podemos destacar alguns que obtiveram reconhecimento nacional: Thiagão e os Kamikaze do Gueto, Rajada Mcs, Atitude Consciente, Pensamento Racional.

A lista de grupos já produzidos e em fase de produção é extensa, em especial um, nem mais, nem menos que os outros, mais com uma sonoridade diferente, seu nome é Fernando Amor&Guerra.

Fernando Amor&Guerra, mais conhecido como Pepeu, Backing vocal do renomado grupo Facinora Mcs, agora faz também um trabalho solo que será lançado pela Crazzy Records.
O primeiro single se chama “Faz acontecer” musica para pista, o músico direciona seu talento nato para musicas envolventes, com uma pegada forte, dançante e também romântica, musica pesada e de qualidade para bons ouvidos, em breve o Álbum Amor&Guerra na pista pela Crazzy Records.


A música “Faz acontecer” já esta disponível na rede:

http://www.4shared.com/audio/K_SMIG5c/Faz_acontecer_-_Single_amorgue.htm

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